Definição das Espécies

A partir da análise do local, serão escolhidas as espécies adequadas para o plantio no logradouro público, bem como será definido o seu espaçamento.

Para efeito da aplicação destas normas, as espécies são caracterizadas como:
  • nativas ou exóticas de pequeno porte (até 5,0m de altura) ou arbustivas conduzidas.
  • nativas ou exóticas de médio porte (5 a 10 m de altura).
  • nativas ou exóticas de grande porte (> que 10 m de altura).

As espécies devem estar adaptadas ao clima, ter porte adequado ao espaço disponível, ter forma e tamanho de copa compatíveis com o espaço disponível. As espécies devem preferencialmente dar frutos pequenos, ter flores pequenas e folhas coriáceas pouco suculentas, não apresentar princípios tóxicos perigosos, apresentar rusticidade, ter sistema radicular que não prejudique o calçamento e não ter espinhos. É aconselhável, evitar espécies que tornem necessária a poda freqüente, tenham cerne frágil ou caule e ramos quebradiços, sejam suscetíveis ao ataque de cupins, brocas ou agentes patogênicos. O uso de espécies de árvores frutíferas, com frutos comestíveis pelo homem, deve ser objeto de Projeto específico. A utilização de novas espécies, ou daquelas que se encontram em experimentação, deve ser objeto também de Projeto específico, devendo seu desenvolvimento ser monitorado e adequado às características do local de plantio. As mudas a serem plantadas em vias públicas deverão obedecer às seguintes características mínimas:

  • altura: 2,5m;
  • D.A.P. ( diâmetro a altura do peito ): 0,03 m;
  • altura da primeira bifurcação: 1,8 m;
  • ter boa formação;
  • ser isenta de pragas e doenças;
  • ter sistema radicular bem formado e consolidado nas embalagens;
  • ter copa formada por 3 (três) pernadas (ramos) alternadas;
  • o volume do torrão, na embalagem, deverá conter de 15 a 20 litros de substrato;
  • embalagem de plástico, tecido de aniagem ou jacá de fibra vegetal.

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rojeto Florescer
Desenvolvendo mudas arbóreas.